Clima e emissões, energia, biodiversidade, resíduos e água.
Em 2025, a Caramuru reduziu em 24% as emissões diretas (Escopo 1) e em 12% as do Escopo 2, e obteve, pelo segundo ano consecutivo, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol. O Escopo 3 representa mais de 90% das emissões totais, sendo 87% atribuídas à originação de grãos.
A companhia conta com três unidades de cogeração a partir de biomassa (29,4% do consumo de energia elétrica) e oito usinas fotovoltaicas que atendem integralmente a demanda das unidades armazenadoras. Em 2025, pela primeira vez, adquiriu energia elétrica renovável com certificação de origem (12.702 MWh de fonte hidrelétrica), contribuindo para a redução de 12% nas emissões de Escopo 2.
Em 2025, estudo com metodologia de georating (parceria Agrotools) classificou o risco de perda de biodiversidade em cinco classes (A–E) em Goiás, Paraná e Mato Grosso. Em 2024, ~89,5% dos grãos já vinham de regiões de risco baixo ou muito baixo.
Todas as unidades contam com Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs), com parâmetros alinhados às Resoluções CONAMA 357 e 430. No período, não houve fornecimento de regiões classificadas com estresse hídrico alto ou extremo (Aqueduct/WRI).